17 de outubro de 2011

Obrigado professor!

http://youtu.be/C3trLt0IoOw

As bolas de papel na cabeça, Os inúmeros diários para se corrigir, As críticas, as noites mal dormidas... Tudo isso não foi o suficiente Para te fazer desistir do teu maior sonho: Tornar possíveis os sonhos do mundo. Que bom que esta tua vocação Tem despertado a vocação de muitos. Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores, Quando em seu dia-a-dia Tantas dificuldades acontecem. A rotina é dura, mas você ainda persiste. Teu mundo é alegre, pois você Consegue olhar os olhos de todos os outros E fazê-los felizes também. Você é feliz, pois na tua matemática de vida, Dividir é sempre a melhor solução. Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida O teu coração a cada dia, Dando-te tanto prazer em ensinar. Homenagens, frases poéticas, Certamente farão parte do seu dia a dia, E quero de forma especial, relembrar A pessoa maravilhosa que você é E a importância daquilo do seu ofício. É por isto que você merece esta homenagem Hoje e sempre, por aquilo que você é E por aquilo que você faz. Felicidades!!!

22 de setembro de 2011

16 Agosto dia do Filósofo

Um pouco sobre a data comemorativa do dia do Filósofo O filósofo é uma pessoa que está acima das paixões, dos acidentes da vida, é um incrédulo, um livre-pensador, vive meio afastado da sociedade e é indiferente às coisas do mundo, é praticamente um ser excêntrico, está mais próximo do saber e da ciência.

A figura do filósofo tem a sua importância, ele reflete sobre todas as coisas cotidianas e essenciais. A Filosofia data do século IV A.C., surgiu na Grécia Antiga, como uma atividade especial do homem sábio, o amigo do saber (filo + sophia = amor à sabedoria).
Desde então inúmeras foram as tentativas de definir exatamente o que procura e o que faz um filósofo. Apesar do reconhecimento, as opiniões são imprecisas e divergentes em relação a determinar qual a sua verdadeira ciência. Aristóteles, discípulo de Platão e fundador do Liceu, uma escola voltada para o saber e a ciência que ele instalou em Atenas no mesmo século IV A.C., fez uma das mais claras exposições sobre as qualidades da filosofia.
Um pequeno vídeo sobre ética



Em todos os ramos do conhecimento a presença do filósofo pode ser sentida. Seja defendendo, seja criticando, os filósofos procuram marcar suas posições diante de toda atividade humana que envolva a reflexão. Sempre na esperança de poder encontrar algum critério ou princípio que justifique uma tomada de decisão ou uma argumentação qualquer. Da religião às artes, buscou-se, muitas vezes em vão, fornecer algum esclarecimento sobre a melhor maneira de se posicionar a respeito dos assuntos mais interessantes do ponto de vista humano.
Freqüentemente, tinha-se a impressão de que um conhecimento da verdadeira atitude a ser adotada já havia sido estabelecido. Porém, no instante posterior, outro filósofo rebatia essa postulação, argumentando que um entendimento geral de tudo não seria possível e que somente uma compreensão parcial poderia ser obtida. Por causa dessas idas e vindas, o papel do filósofo na sociedade variou bastante. Ora ele vestia a toga de juiz imparcial e neutro que, de posse de uma razão absoluta, poderia determinar o princípio pelo qual todos deveriam se orientar. Ora afastava-se do convívio dos outros, uma vez que em nada poderia influir para solução dos conflitos argumentativos, sendo obrigado a suspender seu juízo sobre o mundo.
A falta de uma função específica para a filosofia, devido ao fato dela procurar discutir todos os temas relativos ao entendimento humano, tornou-a uma disciplina de difícil aceitação quanto a sua participação social. Eventualmente, a finalidade da filosofia é algo que apenas os filósofos poderiam opinar. Entretanto, dadas as exigências de justificação de todos os princípios, a solução filosófica para definir a melhor concepção de filosofia está paradoxalmente enredada numa explicação circular que os próprios filósofos rejeitam. Talvez a única alternativa para a quebra desse círculo seja deixar para a própria sociedade a definição do papel a ser exercido pelos filósofos.
A principal característica é a de que ele não é um especialista. O sophós, o sábio, é um conhecedor de todas as coisas sem possuir uma ciência específica. O seu olhar derrama-se pelo mundo, sua curiosidade insaciável o faz investigar tanto os mistérios do cosmo e da physis, a natureza, como as que dizem respeito ao homem e à sociedade. No fundo, o filósofo é um desvelador, alguém que afasta o véu daquilo que está a encobrir os nossos olhos e procura mostrar os objetos na sua forma e posição original, agindo como alguém que encontra uma estátua jogada no fundo do mar coberta de musgo e algas, e gradativamente, afastando-as uma a uma, vem a revelar-nos a sua bela forma e esplendor.
Fonte e créditos:


http://calendario-2010.net/site/dia-16-de-agosto-dia-do-filosofo/

Introdução a filosofia

http://pt.wikibooks.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_Filosofia













13 de maio de 2011

O DILEMA DE SANTO AGOSTINHO (A REVELAÇÃO DIVINA)

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Cássio Guilherme
Santo Agostinho é o pensador que, através da sua vasta produção literária, marcou mais profundamente a especulação cristã. Sua profunda cultura humanista tornou-se sensível aos grandes temas que preocupavam e preocupam o ser humano: o bem e o mal, a liberdade, o destino humano, a história e sobretudo o dilema entre fé e razão. Várias de suas obras figuram no rol das mais importantes da Literatura Universal, como os Solilóquios, As Confissões e a Cidade de Deus. Esta última, em particular, influenciou decisivamente os rumos políticos e as práticas sociais da cristandade medieval.
Nasceu Santo Agostinho no ano de 354 d.c. numa região chamada Numídia. Sua trajetória intelectual, antes de chegar ao cristianismo, passa por períodos de apego à vida mundana, ao materialismo, ao maniqueísmo e termina no platonismo largamente influenciado pelo ceticismo da nova academia. Manifesta sua preferência pelo platonismo, considerando-o a mais pura e luminosa filosofia da Antigüidade.
Santo Agostinho inaugura de certa maneira “A era da incerteza dogmática”. O problema das relações entre a razão e a fé que seria o problema fundamental da escolástica medieval, atormentava a mente de Santo Agostinho. Estudava desesperadamente matemática, filosofia, mecânica (a física na época era rudimentar), teologia, com o propósito de explicar a existência de Deus através da razão humana. Observava a natureza e acreditava que o homem através de sua inteligência iria finalmente explicar o porquê de Deus e colocar os parâmetros da fé em bases científicas. Observe o leitor que essa busca frenética continuou acontecendo e é motivo de desconforto para a ciência, sobretudo nos dias de hoje. Santo Agostinho não descansava, passava horas a estudar e a meditar, tentando entender o que significava onipresença, onisciência, infinito, Santíssima Trindade, consubstanciação, espírito e corpo, diversidade espiritual, atemporalidade. Várias vezes foi visto vagando sozinho na noite, angustiado, tentando descobrir a resposta científica para a fé. Como se libertar da dúvida cética?
Certo dia, Santo Agostinho, após longo período de trabalho e muito compenetrado na sua angústia, adormeceu no claustro. Teve um sonho revelador: caminhava sobre uma praia deserta, a contemplar o mar e o céu. De repente, avistou um menino que com um balde de madeira ia até a água do mar, enchia o balde e voltava, onde despejava a água num pequenino buraco na areia. Santo Agostinho, perplexo e curioso perguntou ao menino: - O que você está fazendo? O menino calmamente olhou para Santo Agostinho e respondeu: - Vou colocar toda água do mar nesse buraco! Santo Agostinho sorriu e retrucou: - Isso é impossível garoto. Observe quanta água existe no oceano e você quer colocá-la toda nesse diminuto buraco! Mais uma vez o menino olhou para Santo Agostinho e de forma ríspida e corajosa disse: - Em verdade vos digo. É mais fácil colocar toda água do oceano nesse pequeno buraco do que a inteligência humana compreender os mistérios de Deus!! E num átimo Santo Agostinho acordou assustado e desorientado. Tivera uma mensagem divina que acalmaria sua alma conturbada.
Que essa história sirva também aos nossos dias. O homem precisa rever posições, precisa abandonar seu humanismo cético em favor do dogma teológico. Não pode haver ciência sem base teológica. Aqueles que duvidam disso, lembrem-se do menino.
 

7 de abril de 2011

TECNICOS DA SME/SÃO JOSÉ DO BONFIM PARTICIPAM DE TREINAMENTO DO LSE EM JOÃO PESSOA










Realizou-se de 4 a 6 de março, no Hotel Tambaú em João Pessoa/PB, a capacitação técnica metodológica do Levantamento de dados da Situação Escolar (LSE) – evento promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)
Dentre os gestores presentes no treinamento, destaca-se a coordenadora nacional do LSE, Olga Bento; o consultor do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Ibiraci Vieira Pinto
A capacitação tem por objetivo preparar os técnicos para o trabalho de análise das escolas. Aspectos como infra-estrutura física, organização pedagógica, entre outros, serão levantados por eles. Com base nesse diagnóstico, será possível saber quais as necessidades de cada unidade escolar, o que permitirá melhorar a educação oferecida aos estudantes. Durante o treinamento, os participantes tiveram aulas práticas com visita às dependências de Escolas Municipais e estaduais da grande João Pessoa.
Ao final do encontro, cada técnico participante recebeu a senha de acesso ao sistema LSE, no qual os dados coletados serão inseridos. O Levantamento da Situação Escolar deve ser finalizado até 04 de junho de 2011. Do Município de São José do Bonfim os Coordenadores Técnicos Pedagógicos representantes foram Raul Medeiros
 e Fabíola Pereira .